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Hakerek nain ba artigu opini Benvindo D. J. Guterres. [Foto: Dokumentu privadu | 14.10.2018]

A EDUCAÇÃO É O PRINCIPAL EIXO ESTRATÉGICO DE UM PAÍS

Timor-Leste como um pequeno país que se conquistou a sua independência no ano de 2002 e agora já completou 16 anos da sua existência. Neste momento o país adota-se a língua portuguesa como instrumento fundamental e mais poderosa no seu processo de desenvolvimento. Ligado à educação atual, o país evolui bastante mesmo ainda está a enfrentando várias dificuldades. Portanto neste pequeno texto prefiro deixar alguns pontos de vista em relação ao sector da educação de Timor-Leste que é preciso dar muita atenção porque, é muito importante para nos os filhos timorenses e para o futuro do nosso país.

Como sabemos a educação é o principal eixo estratégico de um país. De maneira que falhar a nível complexo sistema educativo é, em última instância, pôr em causa o desenvolvimento e futuro de toda uma nação. Nelson Mandela já dizia nas suas sábias e cuidadosas palavras, que ” a educação é arma mais poderosa que podemos utilizar para mudar o mundo”. E por isso que os governantes, as famílias, da sociedade civil e aos próprios estudantes devem colocar muita atenção.

A escola é um dos agentes de socialização, por excelência, que nos transmite as normas e os valores inerentes na nossa sociedade e faculta nos uma série de conhecimentos e competências necessárias à vida social e profissional, bem como a sociedade (E. Monteiro). Deste modo, é preciso fomentar uma profunda reflexão sobre a educação na sociedade timorenses e estimular a compreensão dos processos internos à escola enquanto uma instituição.

Uma questão que merece atenção pelos governantes, principalmente o Ministério da educação é a relação entre a escola e mercado de trabalho. Perante o contexto de globalização ou mudança constante que se vive a nível mundial, considerando o alegado desajustamento entre o perfil de saída dos estudantes e o perfil procurado pelos empregadores, mas também atendendo o aumento do desemprego entre os jovens licenciados, torna-se extremamente importante rever o papel da escola e forçar a sua relação com o mercado de trabalho.

No fundo todo esses fatores são inter-relacionados uma vez que as mudanças constantes têm vindo a originar uma forte sensibilidade no mercado de trabalho, o que tem dado lugar ao aumento de desemprego precário, que afetam, sobretudo os mais jovens.

Como sabemos, esse aumento do desemprego entre jovens tem colocado em causa também o próprio desajustamento entre a formação obtida e as competências requeridas pelo mercado de trabalho. E esta é uma realidade a vista de todos nós e poucos têm sido as estratégias para enfrentá-la e dar respostas eficientes às situações emergentes.

Estas questões merecem uma atenção particular numa realidade com a dimensão configuração social timorenses, onde o capital humano tem sido apontado como o mais elementar e fundamental recurso do país. * [ Benvindo D. J. Guterres | Email: guterresbenvindodj97@gmail.com | TAFARA.TL | 14.10.2018]   

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